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Caixa abre linha para estimular indústria de máquinas

 


A Caixa Econômica Federal anunciou na semana passada a abertura de novas linhas de crédito específicas para a cadeia produtiva da indústria de máquinas e equipamentos. O banco assinou convênio com a Abimaq (semelhante ao realizado com representantes do setor automotivo em agosto) com o objetivo de oferecer condições especiais no crédito destinado a capital de giro e investimentos.

Para honrar os compromissos do último trimestre do ano, como o pagamento do 13º salário dos funcionários e reposição de estoque, micro, pequenas e médias empresas com limite de faturamento anual de R$ 90 milhões terão acesso a taxas de juros partindo de 0,83% ao mês mais Taxa Re​ferencial (TR) para linhas de curto prazo (13 meses). O período de quitação dos empréstimos pode chegar a cinco anos, incluindo carência de seis meses para a primeira parcela.

A Caixa ainda financiará a compra de máquinas e equipamentos novos e usados - novos com recursos do BNDES e usados com recursos próprios. Neste último caso, as taxas de juros mensais partem de 1,50% e os prazos podem chegar a cinco anos, com carência de até seis meses.

"Acreditamos na força da indústria de máquinas e equipamentos, indispensável ao desenvolvimento da economia, à geração de inovação e de produtos com conteúdo nacional", afirmou a presidente da Caixa, Miriam Belchior, destacando que o convênio alinha a Caixa às diretrizes do Governo Federal de aumento dos índices de nacionalização na economia brasileira.



Fonte: Caixa Econômica Federal/ Portal Usinagem Brasil
 

BNDES aprova R$ 1 bi em projetos de energia eólica

 


Entre 2003 e agosto de 2015, recursos do BNDES ajudaram a acrescentar 70% da capacidade de geração eólica do Brasil, hoje estimada em 6,5 MW. A cifra equivale a quase meia usina de Itaipu. Em setembro, o banco estatal aprovou outras três operações, no valor total de R$ 1,07 bilhão, para complexos de energia eólica nos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. As novas usinas tem potencial de 480 MW e devem gerar 7,6 mil empregos diretos e indiretos na construção e operação.

São dois financiamentos de longo prazo: R$ 652,5 milhões ao Complexo de Itarema (CE) e R$ 273 milhões para o Complexo Vamcruz, em Serra do Mel (RN). Ambos os projetos, estruturados na modalidade de project finance, integram o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O projeto de Itarema terá potencial instalado de 207 MW. Ele é composto de nove parques eólicos que serão concluídos em duas fases. A primeira, com quatro parques, entra em operação em fevereiro e a segunda, com cinco, em setembro de 2016.

Já o Complexo Vamcruz, em Serra do Mel (RN), é controlado por uma holding de mesmo nome dona de quatro parques eólicos que devem gerar, no total, 93 MW. A holding é formada pela Centrais Hidroelétricas do São Francisco (Chesf), que tem 49%, pelo francês Grupo Voltalia, que tem 25,6%, e pela Encalso Construções Ltda, do Ceará, com 25,4%. Na construção, devem ser criados 60 empregos diretos e 605 indiretos.

O BNDES também aprovou empréstimo-ponte no valor de R$ 144,9 milhões para a implantação de 12 usinas eólicas e o sistema de transmissão do Complexo de Hermenegildo, nos municípios de Santa Vitória do Palmar e Chuí, no Rio do Grande do Sul. O empréstimo-ponte visa agilizar a realização de investimentos por meio da concessão de recursos no período de estruturação da operação de longo prazo.



Fonte: Portal Usinagem Brasil
 
 

Embraer investe US$ 650 milhões, mais de 50% em P&D

 
 

A Embraer vai investir US$ 650 milhões em 2015, sendo US$ 350 milhões em pesquisa e desenvolvimento. O volume é cerca de 15% superior ao investido no ano passado. Parte dos recursos se destinam a mudanças na linha de produção para abrigar a nova família de jatos comerciais, a E-Jets 2.

“A nova família de jatos terá um impacto a longo prazo na empresa”, disse André Luiz Soriani, diretor de Produção da Embraer, ao jornal “O Vale”, de São José dos Campos. “Eles [os três novos jatos, E175E, E190E e E195E] são a maior aposta da companhia e vão aos poucos substituindo a família E1”.

De acordo com a notícia publicada pelo jornal, “os três aviões da família E-Jets levarão a Embraer a um novo patamar na aviação comercial, que responde por 50,3% do faturamento da empresa”. A primeira entrega de um avião da nova família, o E190-E2, está prevista para o primeiro semestre de 2018. O E195-E2 está programado para entrar em serviço em 2019 e o E175-E2, em 2020.

A carteira de pedidos firmes da Embraer alcançou seu recorde histórico no final do segundo trimestre de 2015, com 531 unidades. Em valores, a carteira somava US$ 22,9 bilhões, cerca de 10% mais que os US$ 20,4 bilhões do final do primeiro trimestre de 2015 e dos US$ 20,9 bilhões do último trimestre de 2014.



Fonte: “O Vale” / Embraer ; Portal Usinagem Brasil
 
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