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Energia eólica deve atrair R$ 6 bi em investimentos

 


Para os próximos anos espera-se que o segmento de energia eólica gere mais de 19 mil empregos, R$ 6 bilhões em investimentos, 2,7 milhões de casas abastecidas e 1,3 milhão de toneladas de CO₂ evitados em virtude da utilização desta fonte de energia. Esses dados foram divulgados pela FTI Consulting Inc., consultoria especializada em energias renováveis, acrescentando que, ainda em 2015, serão 113 novos parques eólicos em andamento com uma capacidade total de 2.7 GW.

Citando dados da Abeeólica (Associação Brasileira de Energia Eólica), a consultoria informa que em agosto as fontes renováveis alcançaram o nível de 7 GW de capacidade instalada, o que representa participação de 5% na matriz elétrica nacional. De acordo com a FTI, a energia eólica é a fonte de geração de energia elétrica que mais cresce no território nacional, além de ser a mais competitiva entre quase todas as outras, perdendo apenas para as grandes usinas hidrelétricas. O seu potencial no Brasil é estimado em 300 GW e a expectativa é que a indústria contrate ao menos 2,5 GW por ano até 2020. Até 2023, a expectativa é que o mercado já tenha alcançado cerca de 27 GW de potência instalada.

“A América Latina deve alcançar 31.5 GW de capacidade eólica até 2022 a uma taxa composta de crescimento anual de 12.6%, com o Brasil responsável por metade dessa capacidade”, afirmou Sandro Cunha, Managing Director da FTI Consulting, baseado no Rio de Janeiro. “Se o mercado brasileiro realizar o seu potencial, uma forte cadeia de fornecimento será vital.”

A FTI Consulting participará do Brazil Windpower 2015, que será realizado de 1 a 3 de setembro no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro. No evento a consultoria abordará as perspectivas do mercado e soluções para a indústria local, além de compartilhar experiências em questões de investimentos e implantação de parques eólicos.



Fonte: Portal Usinagem Brasil
 

Mecânica 2016 é lançada com 76% dos espaços vendidos

 


 A 31ª edição da Feira da Mecânica foi lançada oficialmente na última quinta-feira (20) com 76% dos espaços já comercializados. A nove meses da realização do evento, programado para acontecer de 17 a 21 de maio de 2016 no Pavilhão de Exposições do Anhembi, 947 marcas expositoras já confirmaram presença. Em 2014, foram 2.100 marcas, mas a Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora do evento, diz que espera aumentar esse número até dezembro, quando os pavilhões internacionais confirmarem seus respectivos espaços e a quantidade de empresas participantes. Em entrevista a imprensa, a Reed destacou as novidades e o desafio de organizar uma feira em um momento de incertezas como o atual.

"Em momentos de incerteza, as empresas querem investir em coisas certas e os executivos de marketing sabem que o face to face é um investimento seguro. Essa aposta também nos coloca o desafio de atrair mais compradores, porque eles estão comprando menos", comentou o presidente da Reed Exhibitions para as Américas, Hervé Sedky, ressaltando que a empresa vem integrando as feiras às plataformas digitais para ampliar as possibilidades de realização de negócios. “Nossa missão é reinventar o marketing face to face. Nossas plataformas digitais fazem com que esses negócios ocorram antes, durante e depois da feira. Ou seja, para quem faz parte da Mecânica 2016, os negócios já se iniciaram”.

Para reforçar a divulgação da feira e a presença nas plataformas digitais, a Reed Exhibitions informa ter ampliado em cerca de 200% os investimentos em marketing e soluções digitais. “Temos a expertise necessária na hora de criar um evento de negócios”, frisou Juan Pablo De Vera, presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, lembrando que a empresa conta com mais de 300 mil compradores industriais em seu banco de dados de 4 milhões de nomes. "O sucesso de vendas e nossa parceria com 19 entidades representativas da indústria brasileira demonstram o decisivo voto de confiança na Mecânica 2016”.

A organizadora espera 90 mil visitantes/compradores em maio do ano que vem, entrando em contato com 2.100 marcas nacionais e do exterior. Todos os pavilhões internacionais da edição de 2014 reservaram espaço para a nova edição. “Reuniremos um público altamente qualificado de compradores, composto por tomadores de decisões em suas companhias. São profissionais que buscam comparar produtos e serviços de diferentes fornecedores, encontrar soluções, novidades e fazer networking”, informa De Vera.

A organização da feira agora conta com um conselho consultivo integrado por todos os setores atendidos na feira, com o objetivo de atender melhor às expectativas de visitantes qualificados e compradores. "A Reed atua em 27 setores da economia, então estamos implantando esse conselho para estarmos mais próximos de cada setor", disse o vice-presidente executivo Paulo Octávio Pereira de Almeida.

A feira recebe apoio institucional de associações como a ABFA (Associação Brasileira da Indústria de Ferramentas, Abrasivos e Usinagem), Abimei (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais), Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), ABS Soldagem (Associação Brasileira de Soldagem) e Sinafer-SP (Sindicato da Indústria de Artefatos de Ferro, Metais e Ferramentas em Geral do Estado de SP).

Entre as novas atrações que estão sendo programadas para a Mecânica 2016 estão o programa Lançamentos em Destaque, o Automation Experience e o Auditório Mecânica, que contará com apresentações sobre Indústria 4.0 em parceria com a Harvard Business Review, Inovações em Soldagem, sob coordenação da ABS, e Impressão 3D e Manufatura sem Papel, em conjunto com a SKA. O tema Eficiência Energética será explorado pela CNI - Confederação Nacional das Indústrias.



Fonte: Portal Usinagem Brasil



 
 

Governo anuncia investimento de R$ 186 bi em energia

 
 

O governo federal apresentou na última terça o Programa de Investimento em Energia Elétrica (PIEE), que prevê R$ 186 bilhões em investimentos para expansão da geração e transmissão elétrica no país, a serem contratados entre agosto de 2015 e dezembro de 2018.

O programa inclui também os projetos que vão ampliar a oferta de energia e fortalecer o sistema de transmissão para garantir mais energia aos brasileiros a preços competitivos com o mercado internacional, mantendo a matriz elétrica brasileira com predominância de fontes limpas e renováveis. De acordo com o governo, nesse período serão contratados, por meio de leilões, R$ 116 bilhões em obras de geração e R$ 70 bilhões em linhas de transmissão.

Geração - Dos novos projetos de geração de energia que devem ser contratados, o PIEE prevê que sejam investidos R$ 42 bilhões (até 2018) e outros R$ 74 bilhões (após 2018) para agregar ao sistema elétrico entre 25 mil MW e 31.500 MW. A expansão das energias renováveis - excluindo hidrelétrica e pequenas centrais hidrelétricas - corresponde a quase a metade da potência adicionada (entre 10 mil MW e 14 mil MW).

Transmissão - Na transmissão, até 2018 deverão ser leiloados 37.600 km de linhas, com investimentos previstos de R$ 70 bilhões, sendo R$ 39 bilhões a serem executados até 2018 e os R$ 31 bilhões após esse período.

Na cerimônia de lançamento do PIEE foi também apresentada a consolidação dos investimentos contratados em anos anteriores e que terão etapas a serem executadas nesse quadriênio. São mais R$ 114 bilhões a serem executados no período (R$ 92 bilhões em geração e R$ 22 bilhões em transmissão), ampliando no curto prazo a oferta de energia. Na geração, entre 2015 e 2018 serão concluídos 35.022 MW, sendo quase 12 mil MW de energia eólica, solar e biomassa.

Quando somados os investimentos que terão execução entre 2015 e 2018, parte deles do Programa e parte provenientes dos projetos contratados anteriormente e ainda em execução, o governo estima que o setor elétrico brasileiro concretizará investimentos de R$ 195 bilhões neste quadriênio, sendo R$ 134 bilhões em geração e R$ 61 bilhões em transmissão.

De acordo com o governo, o PIEE consolida a base hidrotérmica do setor elétrico brasileiro, com ampliação da presença de gás natural, em substituição a combustíveis mais caros e mais poluentes, e com expansão crescente de outras fontes renováveis, além da hidrelétrica. “O programa também aprofundará o caminho da diversificação energética, com a ampliação do uso da biomassa, da energia eólica, e da energia solar fotovoltaica”, diz o governo em comunicado de imprensa.


Fonte: Portal Usinagem Brasil




 
 
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