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BNDES financiará produção de 19 locomotivas da GE

 


O BNDES vai financiar a fabricação de 19 locomotivas da GE, que serão produzidas em Contagem (MG). O financiamento de R$ 70,5 milhões, que será realizado no âmbito do Programa de Sustentação do Investimento (BNDES PSI), corresponde a 50% do total do projeto. As locomotivas modelo GE AC 44i serão adquiridas pela VLI Multimodal S.A (12 locomotivas) e pela Rumo Logística Operacional Multimodal S.A. (7 locomotivas).

De acordo com o banco estatal, o projeto estimula a indústria nacional de máquinas e equipamentos do setor de logística ferroviária, que apresentou um salto de investimentos nos últimos anos. De 2007 a 2014, o BNDES aprovou 24 projetos de investimento em ferrovias, no valor total de R$ 17,3 bilhões. Deste montante, cerca de R$ 3,4 bilhões foram para a produção e/ou aquisição de 485 locomotivas para utilização no País.

LOCOMOTIVAS COM FINAME - As locomotivas Evolution ES43BBi, que estão sendo nacionalizadas pela GE, também passarão a contar com financiamento Finame. Com 40% de conteúdo nacional e meta de alcançar 60% até o final de 2017, a nova locomotiva foi projetada por engenheiros brasileiros considerando as características únicas das ferrovias de bitola métrica do país, que hoje representam 80% da malha ferroviária nacional.

“O projeto de nacionalização da Evolution ES43BBi segue um formato diferente dos demais projetos que realizamos nos últimos anos”, explica João Luiz Rezende, gerente de Projetos da GE Transportation, comparando o processo atual com o de nacionalização dos modelos Dash 9 e AC44. “Estamos iniciando o projeto atual do zero, o que significa que estamos integrando diferentes tecnologias e diversificando nossa lista de fornecedores a fim de atender às especificidades do planejamento estabelecido e, paralelamente, entregar ao mercado um modelo inovador e com grandes diferenciais tecnológicos”, complementa.

O projeto de nacionalização da máquina está dividido em três frentes principais: integração dos times de engenharia e projetos de diferentes países para atuarem em parceria com o time da GE Transportation no Brasil; atração de fornecedores locais e globais para atuarem em parceria com a empresa na composição do novo modelo de locomotiva; e atração e qualificação de mão de obra local para atuar na linha de montagem do novo modelo na fábrica da companhia em Contagem (MG).

Ao todo, mais de 120 profissionais da GE Transportation no Brasil, Estados Unidos, Rússia e Índia estão envolvidos no projeto de nacionalização da Evolution ES43BBi. Paralelamente, segundo estimativa da fabricante, de 10 a 15 novos fornecedores, entre empresas nacionais e globais, devem se juntar à cadeia de suprimentos da GE visando atender ao cronograma de nacionalização do novo modelo de locomotiva.

Para expandir sua cadeia de suprimentos, a GE tem buscado parcerias com alguns de seus fornecedores globais, porém ainda sem atuação no mercado ferroviário brasileiro, e com empresas nacionais com atuação em outros segmentos, como mineração e petróleo e gás. Para essas empresas, a entrada no mercado ferroviário garante estabilidade e competitividade para o caso de haver flutuações ou incertezas em seus mercados primários, pontua Rezende.


Fonte: Portal Usinagem Brasil

 

BNDES libera R$ 70,5 milhões para a fabricação de locomotivas

 


A GE Transportes Ferroviários obteve aprovação de R$ 70 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a fabricação de 19 locomotivas. Segundo informações do BNDES, o valor corresponde a 50% do investimento total no projeto.

A operação ocorre no âmbito do Programa BNDES de Sustentação do Investimento (BNDES PSI), e os recursos serão repassados pelo agente financeiro Banco Alfa Investimento S.A.

Do total de locomotivas – modelo GE AC 44i – a serem produzidas no país, 12 serão adquiridas pela VLI Multimodal e sete pela Rumo Logística Operacional Multimodal.

De 2007 a 2014, o BNDES aprovou 24 projetos de investimento em ferrovias, no valor total de R$ 17,3 bilhões. Deste montante, cerca de R$ 3,4 bilhões foram para a produção e/ou aquisição de 485 locomotivas.

Segundo o BNDES, o projeto estimula a indústria nacional de máquinas e equipamentos do setor de logística ferroviária, que apresentou um salto de investimentos nos últimos anos.


Fonte:  Transporte Moderno Online
http://transportemodernoonline.com.br/2015/07/10/bndes-libera-r-705-milhoes-para-a-fabricacao-de-locomotivas/

 

Digitalização pode impulsionar competitividade brasileira

 


CEOs, CIOs e especialistas em Tecnologia das principais empresas brasileiras acreditam que a digitalização aplicada à Indústria, Energia e Infraestrutura pode aumentar a competitividade do Brasil e impulsionar seu desenvolvimento econômico. Este é um dos destaques do estudo Digitalização, Tendências e Soluções para um Brasil mais Competitivo, desenvolvido pela Siemens, em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC), que marca os 110 anos da fundação da Siemens no Brasil.

O estudo foi baseado na análise dos dados coletados de indústrias e empresas de infraestrutura brasileiras e comparados pela FDC aos resultados dos Relatórios Globais de Competitividade. A pesquisa inicial coletou respostas de 250 participantes, que representam segmentos estratégicos do mercado brasileiro, a exemplo de setores automotivo, de mineração e siderurgia, química, serviços públicos, de transmissão de energia, eletro e eletroeletrônicos, e alimentos e bebidas.

De acordo com Carlos Arruda, reitor adjunto da Fundação Dom Cabral e coordenador, no Brasil, do Relatório Global de Competitividade, do Fórum Econômico Mundial, após os ciclos das commodities e do consumo doméstico, há uma percepção de que o Brasil está em um período de transição, e que isso pode ser utilizado como uma oportunidade para preparar o país para um novo ciclo de desenvolvimento baseado em tecnologia. "A questão crucial é: o que virá agora?"

No geral, a digitalização é percebida como um fator importante para aumentar o desenvolvimento econômico, com 85% dos entrevistados acreditando que ela aumentará nossa competitividade, especialmente em termos de produtividade industrial e gerenciamento de energia. Os benefícios estão relacionados principalmente à utilização eficiente dos recursos, tomada de decisão e eficiência energética (90-95%).

O estudo mostra ainda que a estratégia digital, a gestão de dados e o desenvolvimento de processos virtuais já estão moldando a agenda dos executivos brasileiros, especialmente nos setores automotivo, de energia e químico, com 72% dos entrevistados que contam com estratégias digitais afirmando que o processo de implementação está bem avançado, especialmente nas indústrias que fazem uso intensivo de tecnologia, como o automotivo e químico, além de concessionárias de energia.

Arruda observa também que o profissional de TI, anteriormente associado à manutenção da infraestrutura das empresas, hoje está assumindo um papel mais ativo no desenvolvimento de projetos e na prestação de apoio às áreas de produção, em processos em alinhamento com os departamentos de estratégia e com as estratégias gerais das empresas. De acordo com a pesquisa, a área de TI é responsável por 73% das decisões de estratégia digital. A pesquisa mostra ainda que as estratégias apresentadas estão relacionadas a: Controle (23% para a indústria e 40% para infraestrutura); Automação (17%); Processos/ Digitalização da Informação (14%) e Gerenciamento de Dados (14%).

O professor Carlos Arruda adverte que, embora haja crescente entusiasmo pela digitalização, o foco atual não são os temas-chave relacionados ao que mais importa, com 71% dos entrevistados dizendo que, apesar de terem uma estratégia destinada a aumentar sua eficiência, ainda não têm indicações claras de como implementá-la. "Não há uma visão clara sobre os resultados e nem de como utilizá-la de forma produtiva nas empresas. Acreditamos que este tema deva ser abordado de forma mais estratégica e que os seus benefícios são ainda maiores do que os esperados", afirma Arruda.

Como muitos países ao redor do mundo estão focados no fortalecimento de suas indústrias, no aumento de sua produtividade e na eficiência, e melhorando suas infraestruturas com base na digitalização, "há uma percepção crescente que Brasil não deve perder a oportunidade de diminuir essa brecha", observa o economista. "Os países mais competitivos do mundo estão abraçando o novo paradigma da digitalização. Este é o momento propício."

O estudo também mostra que entre os desafios para implementar uma estratégia digital, 55% identificaram o medo de roubo de dados ou espionagem industrial, enquanto que 52%, a falta de condições diferenciadas para investimentos. Com relação às barreiras internas, 57% apontaram a cultura da empresa, 53% os custos operacionais e 52% a dificuldade em quantificar os benefícios. Para 54% das grandes empresas, um grande desafio é a integração de novas tecnologias e software. Já 53% das pequenas empresas indicam a dificuldade de analisar grandes quantidades de dados.

Joe Kaeser, presidente e CEO da Siemens AG, destaca que a digitalização está criando um novo cenário econômico e oportunidades em todo o mundo. "Fazemos negócios em mais de 200 países e clientes do mundo todo nos relatam como a digitalização está mudando paradigmas, como ela está remodelando seus negócios e o ambiente competitivo." Ele acredita que como a sétima economia mais rica do mundo e a mais forte na América Latina, "o Brasil está se tornando digital" e está pronto para dar o próximo passo para se tornar uma organização global mais competitiva.

Paulo Stark, CEO e presidente da Siemens Brasil, acredita que a digitalização pode ajudar a lidar com gargalos de infraestrutura e que a produtividade industrial tem o potencial de aumentar nossa competitividade. "A digitalização tem potencial para duplicar ou triplicar a produtividade brasileira, e nós temos uma oportunidade histórica para dar um grande salto em nosso desenvolvimento econômico", diz Paulo Stark. "Vemos em países como os Estados Unidos, o Canadá, a Alemanha e a China, uma integração de forças entre setores público e privado voltada ao aumento da competitividade. É essencial que o Brasil desenvolva a mesma discussão a fim de construir uma agenda nacional sobre isso", afirma Stark.


Fonte: Portal Usinagem Brasil

 
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