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Volks irá investir R$ 460 milhões em São Carlos

 


A Volkswagen do Brasil anunciou quarta-feira passada investimento de R$ 460 milhões na fábrica de motores de São Carlos (SP). Os recursos serão aplicados na instalação de uma linha de produção dos motores TSI Total Flex e de nova linha de usinagem de virabrequins.

De acordo com a VW, o aporte possibilitará o início da produção no Brasil de uma tecnologia global para motores, a TSI, “que agrega ao motor um desempenho extraordinário a um baixíssimo consumo de combustível”, presente nos importados como Golf, Tiguan, Passat, Jetta e CC. O primeiro modelo nacional a receber a tecnologia TSI será o up!. “A produção local de motores TSI significa a introdução de uma tecnologia mundial de ponta em um carro de volume. Será o primeiro 1.0 TSI Total Flex produzido no Brasil”, declara o presidente da Volkswagen do Brasil, David Powels.

Fases do investimento - Entre 2012 e 2013, a fábrica já havia recebido R$ 425 milhões. Os novos investimentos na unidade de São Carlos serão divididos em três fases, com o foco na nova família de motores EA211: uma linha de produção de motores, incluindo a linha específica para montagem de componentes necessários para a fabricação dos motores TSI; a preparação para o aumento da capacidade produtiva da fábrica; e a nova linha de virabrequim.

O investimento possibilitará a implantação de uma nova e inédita linha de virabrequim, a partir início de 2016. Com isso, a VW deixará de importar parte do volume total de outras fábricas da Alemanha e produzirá no Brasil um item que, em sua maioria, era importado da Alemanha. “A linha de usinagem de virabrequim, uma das peças vitais do motor, terá excelência em tecnologia e utilizará equipamentos com o mesmo conceito das linhas de virabrequim do Grupo Volkswagen no mundo”, informa a VW.

Componente que exige precisão micrométrica, o virabrequim (ou árvores de manivelas) é o componente do motor (ao qual estão presas as bielas e pistões) responsável por transformar a energia produzida pela combustão em torque, que é enviado às rodas e movimenta o carro.

10 milhões de motores - Inaugurada em 1996, a fábrica de São Carlos se aproxima da marca de 10 milhões de motores produzidos. Em área construída de 87 mil m², conta com três prédios produtivos: EA111, EA211 e o de Usinagem e Montagem de Cabeçotes. São seis linhas de montagem de motores, quatro linhas de usinagem de blocos, duas de usinagem de cabeçotes e três de montagem de cabeçotes.

Nas linhas de produção dos motores da família EA 211, da qual faz parte o TSI, é aplicado o conceito MQL que, além do menor consumo de óleos e lubrificantes, reduz em 80 vezes a necessidade de água no processo de usinagem, responsável por transformar os blocos e cabeçotes brutos de alumínio em peças acabadas.


Fonte: Portal Usinagem Brasil

 

Volume de vendas da Mapal está acima de 2014

 


A Mapal do Brasil fechou o primeiro quadrimestre com resultados superiores aos obtidos no mesmo período do ano passado. A explicação para este desempenho de certa forma surpreendente para um período de baixa demanda, em especial do setor automotivo, está no investimento concluído no ano passado e que permitiu à filial brasileira entrar num novo segmento.

Entre 2013 e 2014, a Mapal investiu cerca de R$ 2,5 milhões para instalar uma nova célula de produção de em sua fábrica de Ibirité (MG), onde estão sendo produzidas brocas escalonadas especiais de três cortes, voltadas para o setor automobilístico e de autopeças. “Estamos trabalhando em dois turnos completos nessa célula, utilizando em média de 85 a 90% da capacidade”, diz Sidney Pimenta Paiva, presidente da Mapal do Brasil.

O executivo explica que o novo segmento, o de brocas escalonadas em metal duro, também é relativamente recente para a matriz, que atua há cerca de oito anos nesse mercado. “Estamos praticamente com três meses vendidos”, declara Paiva, frisando que o cenário para essa linha de produção é muito positivo.

Com isso, Paiva não quer dizer que a Mapal está passando imune à crise. Não fosse a nova linha, a empresa estaria registrando baixa de cerca de 30%, que é o quanto foi reduzido o consumo nas linhas tradicionais da Mapal.

Para Paiva, a recuperação dos negócios nas linhas tradicionais, de ferramentas de PCD e PCBN, só deve ocorrer a partir de meados de 2016. “As montadoras têm novos projetos. Porém, ainda não é possível saber quando e com que velocidade eles irão decolar”, afirma. O executivo estima que a partir do segundo semestre de 2016 deve ocorrer uma melhora significativa no mercado brasileiro.


Fonte: Portal Usinagem Brasil

 

Empresa Sul-Coreana expande seu projeto de crescimento no mercado brasileiro

 
Korloy dá início à 2ª etapa de seu projeto no Brasil



A Korloy deu início à segunda fase de seu projeto de crescimento no mercado brasileiro. Desde a abertura da filial em maio de 2014, a fabricante de ferramentas de corte sul-coreana vinha trabalhando na implantação da rede de revendas que hoje conta com 20 empresas. Agora, na nova etapa, o foco estará na montagem da estrutura de vendas diretas aos clientes finais.

“Iremos montar equipe de representantes para atender as grandes contas da indústria brasileira”, informa José Marcandalli, gerente Nacional de Vendas da Korloy Brasil. “Nossa meta é dobrar o faturamento até aqui obtido com a rede de distribuição e atingir market share de 4%”. O gerente explica que, quando decidiu instalar a filial, a empresa já contava com cerca de 1% de market share.

Marcandalli acredita que o portfólio da marca é bastante abrangente, com perfeitas condições de atingir a meta estipulada. Em sua avaliação, as principais expectativas recaem sobre o setor automotivo, “pois temos participação expressiva nesse setor na Coreia do Sul”, e no setor aeronáutico, “devido a nossa linha de produtos para esta área e a boa penetração que temos nesse setor nos Estados Unidos”.

Outro setor de grande potencial para a marca, segundo o gerente, é o de geração de energia. “Temos boa penetração no mercado europeu, tanto em produtos como em processos”. Marcandalli acrescenta ainda a indústria de equipamentos ferroviários, setor que deve para o qual estão previstos vários investimentos no Brasil.

As atuais condições da indústria brasileira têm contribuído para o aumento da participação da Korloy, de acordo com o Marcandalli. “As empresas estão precisando reduzir custos e ser mais competitivas e muitas portas estão se abrindo para testes dos produtos da nossa marca”, observa.


Fonte: Portal Usinagem Brasil

 
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